Olho pela janela e atento à paisagem: pequenos pinheiros crescem a um ritmo desacelerado; os pássaros cantam afinadamente; as flores, agora que é Primavera, começam a nascer tanto nas plantas rasteiras como nas mais elevadas árvores; as montanhas ao longe são mais coloridas; no céu apenas nuvens pequenas e dispersas; e o sol põe-se ao longe avermelhando a sua circular forma; e, mesmo não os vendo, sei que os pequenos animais seguem as suas rotinas. Tudo parece belo, perfeito, paradisíaco.
Porém não é, o homem passou neste desenho e deixou um grande borrão. Marcando o horizonte encontro postes de electricidade ou de telefone; antenas de rádio, telemóvel, televisão…; iluminações; fios; lixo; sucata; estradas de alcatrão; troncos queimados ou cortados…
Porém não é, o homem passou neste desenho e deixou um grande borrão. Marcando o horizonte encontro postes de electricidade ou de telefone; antenas de rádio, telemóvel, televisão…; iluminações; fios; lixo; sucata; estradas de alcatrão; troncos queimados ou cortados…
Tudo isto por pura preguiça de fazer melhor, por falta de atenção…
2 comentários:
tavas a ir bem até falares no borrão do homem...
txuca - chão
Sinceramente, acho que podias te ter focado na problemática da nossa alteração no mundo tão belo só por si, para que nos servissemos dos seus beneficios e nos centrácemos apenas no nosso próprio conforto.
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