Liberta a mente. Apura os teus sentidos. Deixa-te fluir. Sê a Natureza.
Olha o céu. Repara no pôr-do-sol junto ás montanhas. Vê o aparecer sorrateiro da Lua no azul ainda claro. Olha aquela nuvem sobre a mais alta elevação. É a única. Cinzenta escura começa a adquirir um tom rosa nos contornos.
Volta ao solo. Toca-o. Sente a terra deslizar por entre os teus dedos.
Fecha agora os olhos. Consegues ouvir aquele pássaro cantar? E aquele cuco lá ao longe? Consegues sentir o vento passar na tua pele como que acariciando-a? Consegues ouvir o revolver das folhas nas copas das árvores à tua volta? Escuta mais atentamente. Reparaste!!? Talvez não, mas os grilos cessaram o seu cântico.
Sente o cheiro das flores que te rodeiam. Tenta, ainda de olhos fechados, encontrar uma. Sente a sua textura, adivinha a sua forma. Agora abre os olhos.
Como é? Foi assim que a imaginaste?
Volta a fechá-los. Ouve novamente. Os sons já não são os mesmos. Um cão ladra. O cuco já não canta. Espera! Afinal foi momentâneo! Ouve-se outra vez! Há mais pássaros. Consegues contá-los só pelo som?
Ao teu lado! Deste conta? Um deles sobrevoou-te e poisou aí. Abre os olhos. Aproxima-te lentamente dele. Descobre o que é. Já sabes? Sim, é um melro. Continua a andar, suavemente. Não o assustes! Oh! Voou. Observa-o. Admira a forma como move as asas e se afasta por entre a vegetação rumo ao céu.
Volta ao lugar onde estava. Um novo pássaro canta e outros dois dançam saltitando alternadamente de galho em galho. Atenta. Os grilos!!! Estão novamente entre nós.
Fecha os olhos uma última vez. Volta ao teu corpo. É tempo de regressares.
Já retornaste? Observa o mundo à tua volta. O que vês? Gostas? Queres voltar para onde estavas? Reflecte. Podes sempre mudar, temporariamente…
Olha o céu. Repara no pôr-do-sol junto ás montanhas. Vê o aparecer sorrateiro da Lua no azul ainda claro. Olha aquela nuvem sobre a mais alta elevação. É a única. Cinzenta escura começa a adquirir um tom rosa nos contornos.
Volta ao solo. Toca-o. Sente a terra deslizar por entre os teus dedos.
Fecha agora os olhos. Consegues ouvir aquele pássaro cantar? E aquele cuco lá ao longe? Consegues sentir o vento passar na tua pele como que acariciando-a? Consegues ouvir o revolver das folhas nas copas das árvores à tua volta? Escuta mais atentamente. Reparaste!!? Talvez não, mas os grilos cessaram o seu cântico.
Sente o cheiro das flores que te rodeiam. Tenta, ainda de olhos fechados, encontrar uma. Sente a sua textura, adivinha a sua forma. Agora abre os olhos.
Como é? Foi assim que a imaginaste?
Volta a fechá-los. Ouve novamente. Os sons já não são os mesmos. Um cão ladra. O cuco já não canta. Espera! Afinal foi momentâneo! Ouve-se outra vez! Há mais pássaros. Consegues contá-los só pelo som?
Ao teu lado! Deste conta? Um deles sobrevoou-te e poisou aí. Abre os olhos. Aproxima-te lentamente dele. Descobre o que é. Já sabes? Sim, é um melro. Continua a andar, suavemente. Não o assustes! Oh! Voou. Observa-o. Admira a forma como move as asas e se afasta por entre a vegetação rumo ao céu.
Volta ao lugar onde estava. Um novo pássaro canta e outros dois dançam saltitando alternadamente de galho em galho. Atenta. Os grilos!!! Estão novamente entre nós.
Fecha os olhos uma última vez. Volta ao teu corpo. É tempo de regressares.
Já retornaste? Observa o mundo à tua volta. O que vês? Gostas? Queres voltar para onde estavas? Reflecte. Podes sempre mudar, temporariamente…
1 comentário:
Juro.te k gstava de ficar num lugar assim durante mto mto tempo :'(
gstei do texto
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