Olhos. Olhos que percorreram cada centímero do seu corpo, voaram entre as nuvens dos seus sonhos, fizeram-se vento por entre os tecidos e sonificaram cada gesto e cada movimento.
Olhos. Olhos que por mais que se lhes pedisse não pararam para pensar, nem seguiram o suposto. Cometeram erros. Não se arrependeram. Foram apenas máquinas de amor.
Olhos. Olhos que leram cada sentimento, sugaram o que de melhor havia numa proporção de amor e ódio.
Olhos. Olhos que por mais que se quisesse condenar não se podia deixar de sentir a sensualidade mútua do querer continuar.
Olhos. Foi assim que ficaram na memória. Assim. Recordados entre intenções de prazer e de entrega.
1 comentário:
"Olhos. Olhos que leram cada sentimento, sugaram o que de melhor havia numa proporção de amor e ódio.
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Olhos. Foi assim que ficaram na memória. Assim. Recordados entre intenções de prazer e de entrega."
1ª lindo.
2ª sexo.
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