15 de julho de 2008

É fantástica e deprimente a ignorância humana. Mais ainda, o é, a irrepreensível vontade de não desapontar os outros!
Esse altruísmo de que eu própria sou vitima e que é tão inato ao ser humano.
Multiplica-se ao longo do tempo e em resultado de cada acção.
Não conseguindo negar uma primeira vez, mais difícil é negar uma segunda, crescendo assim a nossa desgraça interior num ciclo vicioso de aparência exterior.
E o que resta no fim? Um conjunto de tristes figuras embriagadas que tendem a abandonar a nossa memória no dia seguinte.
Porque ninguém vê. Porque quem vê não fala. Porque todos o sabemos.
Por isso refugio-me. Afasto-me dos outros! E vou para o canto mais escuro e sossegado do recinto!
É como me sinto bem...!
Longe desse som irritante!

1 comentário:

Tits and Acid disse...

sinto-te numa confusão interior complicada. relaxa. descansa. de ti. de nós. de todos. de tudo. recompõe-te. renasce. sê tu. nunca te fartes.