Vês borboletas onde só há moscas, pisas vidros como se fosse relva, molhas as mãos em lixívia como se fosse água e abraças cactos como se fossem gatos. E não sentes nada, tão absorta que estás no sonho. E tens esperança de não acordar, vives bem assim e se acordares vai doer. Deixa-te voar entre o nada e o tudo. E a última coisa que deves fazer é abrir os olhos.
1 comentário:
E porque raio haverias de os abrir?
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