Marcas o número. O nome aparece no ecrã como que a confirmar que estás a fazer o que é correcto. Duvidas. Ligas? Não ligas? Pensas por minutos... longos minutos. Não ficou prometido. Uma decisão em aberto, chamemos-lhe assim. O telefone continua na tua mão. Paraste no meio da rua a pensar. A tua cabeça confusa. Sim? Não?
-Malditas dúvidas! - praguejas tu para dentro.
O ecrã perde a iluminação. Tocas numa qualquer tecla. O nome volta a aparecer como quem diz:
-Vá lá, porque esperas?
O que fizeres pode mudar-te a vida. É para isso que servem as dúvidas. Não sabes sequer se do outro lado a resposta é aquela que queres. (Na verdade qual é a resposta que queres?).
Continuas na dúvida. Já fizeste quase todo o caminho e a decisão ainda está por tomar.
Está na altura de começares a viver o momento pensas tu (alguém to disse).
Mas não ligas. Fechas o telemóvel e põe-lo no bolso.
-Malditas dúvidas! - praguejas tu para dentro.
O ecrã perde a iluminação. Tocas numa qualquer tecla. O nome volta a aparecer como quem diz:
-Vá lá, porque esperas?
O que fizeres pode mudar-te a vida. É para isso que servem as dúvidas. Não sabes sequer se do outro lado a resposta é aquela que queres. (Na verdade qual é a resposta que queres?).
Continuas na dúvida. Já fizeste quase todo o caminho e a decisão ainda está por tomar.
Está na altura de começares a viver o momento pensas tu (alguém to disse).
Mas não ligas. Fechas o telemóvel e põe-lo no bolso.
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