As nuvens abrem alas para o sol e o solo aquece. Escalda só de tocar e liberta ondas de calor para o ar. Quem o pisa entra em sufoco. Abranda, sente o corpo cansado e pára. Esperamos por ele, sabendo que nos vem atormentar mas não podendo fazer nada para o impedir.
Tiramos as roupas, respiramos alto, sorvemos litros e litros de refrescos e mergulhamos de cabeça na àgua só para poder dizer que tentamos. Mas é esforço em vão e desesperamos.
Até que chega a noite, a brisa calma que suaviza a pele. E aí deixamo-nos levar pelos instintos. Voltamos a beber, retiramos roupas, dançamos em busca de calor... de um outro calor, um calor humano. E seres libidinosos que somos, de hábitos lascivos, entramos em êxtase e perdemo-nos em devassidão. Suamos por vontade própria e gostamos.
Tiramos as roupas, respiramos alto, sorvemos litros e litros de refrescos e mergulhamos de cabeça na àgua só para poder dizer que tentamos. Mas é esforço em vão e desesperamos.
Até que chega a noite, a brisa calma que suaviza a pele. E aí deixamo-nos levar pelos instintos. Voltamos a beber, retiramos roupas, dançamos em busca de calor... de um outro calor, um calor humano. E seres libidinosos que somos, de hábitos lascivos, entramos em êxtase e perdemo-nos em devassidão. Suamos por vontade própria e gostamos.
Sem comentários:
Enviar um comentário